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A
cidade tem mais de uma dezena de trilhas ecológicas, algumas
fáceis, outras nem tanto, mas a maioria delas proporciona
banhos em rios e cachoeiras, além do contato com a biodiversidade
da Mata Atlântica. Em Bertioga, as trilhas só podem ser
utilizadas por agências credenciadas e com o acompanhamento
de um monitor treinado e autorizado pela Prefeitura. |
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Tem
esse nome porque começa nas ruínas da Igreja de
Nossa Senhora dos Pilares, ou Pelaes, do século
XVIII. Ela margeia o córrego Fazenda e o passeio
dura cerca de 40 minutos. Diferentes espécies de
bromélias e trepadeiras vão surgindo no caminho
da área de captação denominada Pelaes, que forma
uma bonita queda d'água.
Duração
40 minutos. Grau de dificuldade: média.
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Uma
hora de caminhada entre árvores de grande porte,
além de áreas de transição da vegetação de restinga
e de encosta, passando por regatos em pontes rústicas
e margeando um ribeirão ideal para um banho.
Duração
3 horas. Grau de dificuldade leve. Percurso:
aproximadamente 6 km (ida e volta).
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Caiubura
é um bairro situado na encosta da Serra do Mar,
sendo rico em nascentes, que formam maravilhosos
recantos de águas cristalinas. Após quase 4 Km
de caminhada, incluindo uma subida, o local reserva
uma paisagem exuberante e uma cachoeira onde você
pode banhar-se tranqüilamente.
Percurso
4 km
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Perfumada
por eucaliptos e ladeada por bromélias e orquídeas,
a Trilha dos Três Poços, tem um poço cercado por
grandes pedras aonde a água forma deliciosas duchas
naturais. O trajeto dura cerca de meia hora.
Duração 30 minutos. Grau de dificuldade média.
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Esta
é para os mais aventureiros, pois liga a Planície
ao alto das montanhas. Mas o sacrifício é compensado
pela bela paisagem que se descortina após três horas
de caminhada em direção à Serra. De lá pode-se ver
desde Bertioga até o Arquipélago de Alcatrazes,
em São Sebastião.
Grau de dificuldade grande |
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Tem
diversos obstáculos naturais, como vales, rios
e plantações. O esforço é recompensado por banhos
em 3 grandes piscinas naturais com cachoeiras.
Duração 9 h. Percurso18 km |
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Também
conhecida como Mogi – Bertioga, é a mais antiga
e freqüentada da região, em alguns trechos é calçada
com pedras. No seu percurso é possível apreciar
dezenas de cachoeiras pequenas e uma queda d’água
, com 20 metros de altura. Tem duas entradas: uma
em Biritiba Mirim e outra em Bertioga e acompanha
o rio Itapanhaú. Foi fechada para recuperação e
adequação, em setembro de 97.
Duração:
6 a 8 horas Percurso: 7 km |
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São
trilhas planas, com muita vegetação e rios de águas
límpidas, que formam piscinas naturais. Além da
incrível variedade de bromélias, o turista poderá
encontrar frutas pouco comuns, com muricis ( com
as quais se pode fazer delicioso suco), araçás,
gabirobas e pitangas. Isso além dos peixinhos atrevidos,
doidos para beliscar alguma coisa e das arapongas,
tucanos e sábias, saíras, teiús e uma infinidade
multi colorida de borboletas.
Duração
7 horas. Grau de dificuldade: leve. Percurso de
aproximadamente 6 km (ida e volta)
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Quase
todo beirando o rio. A trilha fica no Vale do Rio
Jaguareguava, afluente do Itapanhaú, e sofre a influência
das marés. Por ser um rio raso, de águas claras,
propicia uma visão de seu fundo. A caminhada é feita
por morros e termina em uma piscina natural.
Duração
3h. Grau de dificuldade médio. Percurso de 7 km
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Também
é conhecida como Vila dos Pescadores, fica do outro
lado do canal de Bertioga, na Ilha de Santo Amaro
(Guarujá) e é tombada pelo Condephaat. No final
da Rodovia Guarujá – Bertioga há uma trilha que
dá acesso às ruínas da Ermida de Santo Antônio do
Guaíbê e da Armação das Baleias. Depois é só subir
o morro em direção à Vila, durante a caminhada pode-se
ter contato com a biodiversidade da Mata Atlântica
e uma visão maravilhosa do mar aberto. Na Prainha
Branca, lugar de águas calmas e límpidas, é possível
se banhar além de ter contato com a vida dos pescadores
e seus equipamentos artesanais. Até hoje, muitos
pescadores da comunidade fazem da pesca artesanal,
o seu sustento e fabricam canoas feitas com troncos
de árvore.
Duração 4 horas. Grau de dificuldade regular. Percurso
aproximadamente 3 km
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Localizada
na Riviera de São Lourenço, é cercada de bromélias,
samambaias, palmitos e outras plantas típicas do
litoral. É possível conhecer a timbuíba, cuja madeira
é usada para fazer canoa. Também se encontra o guanandi,
madeira de uso exclusivo da marinha, na época do
império, por ser muito procurada para a construção
de mastros para as embarcações à vela. Numa clareira
existente na trilha, há muitas embaúbas. A semente
delas hiberna por até 40 anos e só crescem entre
a clareira e a floresta. A função da planta é recuperar
as regiões desmatadas. Após cumprir a sua missão,
a árvore morre, dando lugar à vegetação de restinga.
Percurso:
1.500 m |
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Planejamento da viagem
Saber onde e quando ir, que rota seguir e onde dormir.Observar se o
clima da região está propício a caminhada, antes de viajar.Saber
utilizar bússola, e ter mapa ou roteiro da região para se orientar.Ao
arrumar a mochila leve as roupas em sacos plásticos para não molhar, e
as comidas em recipientes plásticos e pequenos.Levar cantil com elemento
filtrante, se for tomar água de rio.Se for dormir na trilha, é
interessante escolher uma barraca, saco de dormir e isolante térmico de
acordo com o clima da região. |
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O que levar para primeiros socorros
É importante não se esquecer da enfermaria na trilha, pois
durante as caminhadas podem acontecer torções, arranhões, dores
musculares entre outros pequenos problemas, que são facilmente
solucionados tendo em mãos estes materiais:
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Água
oxigenada |
Álcool |
Alfinete |
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Algodão |
Analgésico |
Anti
alérgico |
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Anti
diarréico |
Antitérmico |
Atadura |
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Tesoura |
Colírio |
Cotonete |
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Esparadrapo |
Gaze |
Manual
de Primeiros Socorros |
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Mercúriocromo |
Pomada
para dores Musculares |
Pomada
para queimaduras |
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Tala |
Apito |
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